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quarta-feira, 29 de maio de 2013

HISTÓRICO DA CONFRARIA



PEQUENO HISTÓRICO
Dário Teixeira Cotrim


N
a versão do Dicionário Houaiss, da língua portuguesa, a palavra “confraria” é uma associação ou conjunto de pessoas do mesmo ofício, da mesma categoria ou que levam um mesmo modo de vida. Portanto, a nossa “Confraria da Prosa” foi criada em consonância com o que determina a etimologia da palavra, adaptada para o tempo de hoje, com o complemento da boa prosa ou da conversa informal com os companheiros. 

Nós, seres humanos, sentimos a necessidade de viver em uma sociedade organizada, sempre procurando respeitar os direitos e os limites das outras pessoas, como determina as normas da boa vizinhança. Somente é assim porque ninguém é uma ilha. Então, partindo desta premissa, um grupo de companheiros, todos eles dissidentes do Rotary Clube de Montes Claros – União, que descontentes com os rumos delineados pela sua mesa diretora, decidiram, entusiasmados, criar uma confraria com os objetivos de prosear, de resgatar o companheirismo e, acima de tudo,de valorizar a instituição ‘família’ em todos os seus segmentos. Na verdade, a ideia inicial para a formação de um grupo totalmente independente das amarras rotárias, foi das nossas companheiras Helen & Marieta. Sensibilizadas com o momento difícil em que passavam os companheiros rotários, elas conseguiram, então, aglutiná-los num só grupo social. Tudo isso aconteceu no meado do terceiro quartel de 2008.

Os primeiros encontros dos companheiros rotarianos aconteceram na residência de Frederico & Marieta, com a participação dos seguintes membros fundadores: Aline Xavier Neves Almeida, Cláudia Ferrante Rebello Mattos, Dário Teixeira Cotrim,Diana Cotrim Barbosa, Frederico Espírito Santo de Araújo, Hélio Antônio Maia, Marieta Gentil Firmino de Araújo, Marilda Russo Mota, Paulo Roberto Xavier da Rocha.Nota-se que, diferentemente do Rotary Internacional e da Casa da Amizade, a participação na Confraria da Prosa é do casal e filhos, sempre com a valorização da família.

  1. Dário Teixeira Cotrim & Júlia Maria Lima Cotrim
  2. Diana Cotrim Barbosa & Tarcisio de Alvarenga Barbosa
  3. Frederico Espírito Santo Araújo & Marieta Gentil Firmino de Araújo
  4. Gustavo Alves Almeida Neves & Aline Xavier Neves Almeida
  5. Hélio Antônio Maia & Helen Patrícia Vieira
  6. José Adilson Mattos & Cláudia Ferrante Rebello Mattos
  7. Luis Eduardo Fonseca Mota & Marilda Russo Mota
  8. Paulo Roberto Xavier da Rocha & Lúcia Maria de Freitas Xavier

Com o passar do tempo o grupo foi, cada vez mais,se solidificando. Entretanto, era necessária a presença de mais participantes para atingir a meta de quatorze casais previstos.Em vista disso, na sequência das reuniões quinzenais foram agregados ao grupo os seguintes casais:

  1. José Ednaldo Barros Pessoa & Neiva Ribeiro Almeida Pessoa
  2. José Jorge Nunes Silveira & Valéria Weber Lopes
  3. José Roberto Rebello & Marília Sofia Ferrante Rebello 
  4. José Carlos & Sandra
  5. Vicente Ferreira de Almeida & Ivana Ferrante Rebello e Almeida

Ainda foram convidados para integrarem ao grupo as seguintes companheiras:

  1. Ana Amélia Rebello (viúva)
  2. Maria Angélica Xavier Neves (viúva)

As reuniões do grupo “Confraria da Prosa” acontecem sempre de quinze em quinze dias na residência de um dos casais-companheiros e previamente marcada. Somente em circunstâncias involuntárias elas são prorrogadas ou antecipadas, conforme a necessidade que o momento requer. Pode-se aproveitar de um evento já anunciado para substituir a reunião ordinária. Não há um Estatuto elaborado com regras e normas e nem um Regimento Interno para disciplinar o seu funcionamento. Também não existe nenhuma cobrança de taxas, ou similares, para cobrir eventuais despesas dos jantares. O consenso rege as normas e as regras necessárias para o bom relacionamento dos casais-companheiros. O companheirismo e o respeito mútuo são os pilares de sustentação do grupo. A frequência nas reuniões ordinárias, embora não obrigatórias, é a determinante indispensável para o bom funcionamento do grupo.

A ideia de se fazer um livro sobre o grupo “Confraria da Prosa”, e não uma revista ou um jornal como foi inicialmente previsto, partiu do próprio grupo. Em vista disso, eu e minha esposa Júlia ficamos com a incumbência de elaborar e mandar publicá-lo para a posteridade. Eis, então, o nosso livro da “Confraria da Prosa”.

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